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Quer comprar um carro em 2022? Especialistas dão 5 dicas para fazer um bom negócio diante da falta de peças

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Cenário para compra e troca é desfavorável em 2022, mas as dicas podem dar a direção em busca de um negócio com bom custo-benefício

O ano de 2021 foi desafiador para o setor automotivo: a crise de falta de peças impediu uma recuperação sólida diante da pandemia.

Considerando somente automóveis no acumulado do ano até novembro, foram emplacados 1,4 milhão de veículos, queda de 1,4% na comparação com o ano de 2020 – quando houve uma queda de 99% na produção de carros.

Em termos de produção, os resultados de novembro também ficaram muito aquém do esperado para o penúltimo mês do ano, tradicionalmente aquecido.

Foram licenciados 173 mil veículos, queda de 23,1% na comparação com o mesmo mês de 2020, o que representa o pior novembro dos últimos 16 anos, segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Autoveículos).

Com a produção reduzida, os preços seguem em alta: no acumulado do ano até setembro, os modelos 0 km apresentam 13% de alta nos preços, segundo os dados mais recentes da KBB. Os seminovos também sobem mais de 11% no mesmo período.

É verdade que o cenário atual pode afastar os interessados em comprar ou trocar de carro em 2022, mas mesmo assim ainda há consumidores que estão com este item na lista de realizações para o ano que vem.

 

É o caso de Rodrigo Zagonel, gerente na Suzano, que admite gostar muito de carros e que vai trocar de veículo por um 0km.

“Sou apaixonado por carros e geralmente troco de modelo me deixando levar pelo emocional mais que o racional. Quero trocar meu carro atual, uma Toyota SW4 por um Volvo XC60”, conta.

Ana Isabelle Oliveira, gerente industrial na Plascar, também pretende comprar um novo carro. Vai partir, no entanto, para um modelo seminovo.

“Vou ter que trocar de carro porque o meu atual está muito antigo, ano 2012. Eu me mudei do Nordeste para Betim, em Minas Gerais, e por aqui a mobilidade não é muito boa. O carro vai ser necessário e quero evitar manutenção com o modelo que tenho. Por isso, quero pegar um SUV seminovo para ficar com ele mais anos e evitar a fila de espera do carro 0km”, afirma.

InfoMoney consultou alguns especialistas do setor automotivo que explicaram os efeitos da crise de peças, se vale ou não comprar um carro em 2022 e também deram dicas de como fazer um bom negócio diante das circunstâncias.

Efeito da crise de peças

InfoMoney vem mostrando em algumas reportagens os efeitos da pandemia na produção e nos preços dos carros. De forma geral, faltam peças que compõem os carros em todo o mundo, especialmente os chamados semicondutores – que são peças como microchips e itens eletrônicos que fazem parte dos sistemas dos veículos. Por isso, todo o processo de fabricação está mais lento que o normal.

É esse atraso na produção de carros novos que está redirecionando a demanda de modelos 0km para modelos seminovos e usados inflando os preços como consequência. Afinal, faltam modelos novos no mercado.

“A sequência de acontecimentos coloca o mercado brasileiro à prova. Vínhamos nos recuperando de uma crise em 2018, veio a pandemia. Tivemos parada na produção, impactos muito fortes. Em meados de setembro começamos a vislumbrar uma nova retomada, veio a crise de semicondutores. Foram muitos momentos complexos nos últimos anos”, avalia Milad Kalume Neto, diretor da Jato Dynamics, consultoria automotiva.

Diante disso, o cenário atual é de diminuição da produção e preços muito altos. “Tínhamos uma estimativa de que no fim de 21 deveríamos ter alguma reversão de cenário. Mas isso já é passado.  Talvez no último trimestre do ano que vem as coisas comecem a melhorar, se não fica para o primeiro semestre de 2023”, diz Kalume Neto.

Segundo ele, o mercado de carros chinês já está apresentando sinais de retomada. “A produção está estável e isso é bom sinal. A tendência é que isso se expanda para outras regiões, como Europa, EUA e depois aqui para o Brasil. Mas os desafios ainda são grandes. A produção de semicondutores exige expertise, competência técnica específica, além de ser cara. Acelerar a produção para acompanhar a demanda atual é complexo”, diz.

Ana Renata Navas, diretora geral da Cox Automotive, grupo dono da KBB, acrescenta que o Brasil tem como característica a reação rápida em termos de retomada de produção.

“Por isso, acredito que fim do ano que vem, as coisas vão melhorar e o portfólio de carros novos vai começar a voltar a estar disponível. Por outro lado, o mercado de usados do Brasil é enorme na comparação global, e também mantém a dinâmica do setor com pessoas sem parar de comprar e vender carro”, avalia.

Porém, se a crise se prolongar muito o mercado de usados também vai desaquecer – como já aconteceu em novembro com os novos. Somado a isso alguns clientes chegam a esperar cinco ou até seis meses para receber um carro 0km, por exemplo.

“Nesse ritmo o adiamento da compra vai acontecer. Para além das dificuldades do setor, temos outros impactos como a alta do dólar que encarece o preço do carro, menos montadoras no país, a exemplo da saída da Ford, a baixa no estoque de carros seminovos e usados e o consequente aumento de preço, manutenção cara, entre outros pontos podem fazer com que os clientes deixem o carro para depois”, explica Ana.

 

Vale a pena comprar um carro em 2022?

Os especialistas entendem que os preços não vão baixar no próximo ano. “Se o consumidor puder esperar para trocar de carro, é ideal. Hoje não tem oferta de carros, e a demanda está alta até para negociar fica difícil nessas condições”, disse Kalume Neto.

“O último trimestre do ano é historicamente muito bom para a venda de carros: férias escolares, décimo terceiro, bônus, muitas pessoas consideram a troca ou a compra do carro. Mas não estamos vendo exatamente esse público se movimentar neste ano”, diz Ana Renata.

Antonio Jorge Martins, coordenador na Fundação Getúlio Vargas (FGV), acrescenta que as montadoras não vão querer reduzir o preço dos veículos e correr o risco de afetar o caixa e a margem de lucro em um momento complexo.

“As montadoras estão produzindo menos carros e mantendo sua rentabilidade porque estão direcionado as peças que chegam para versões e modelos específicos, que estão saindo mais. Estão alocando as peças escassas nos veículos que têm maior margem de lucro. Por isso, não recomendo a compra se o consumidor puder esperar. Mas nem sempre a compra de um carro é feita na razão. Às vezes o consumidor deseja o modelo e vai buscar opções e vai comprar”, avalia Martins.

O que avaliar para comprar um carro

Diante do cenário, os especialistas citados separaram algumas dicas práticas de como buscar um bom negócio para quem já decidiu que vai comprar um novo carro dentro dos próximos meses mesmo com o cenário desfavorável. Confira.

1. Compre, se realmente for necessidade

Com falta de oferta de carros e preços altos, a recomendação dos especialistas é que o consumidor avalie com cautela se realmente necessita trocar o carro.

“Por que que trocar ou comprar um novo carro? Importante entender os motivos, já que se for possível esperar um ano, por exemplo, a chance de pagar menos existe com a estabilização da produção”, diz Kalume Neto.

Mesmo a compra de seminovos pode ser um desafio daqui para frente: com preços mais altos e modelos mais antigos à disposição diante da redução de estoque deste grupo de veículos.

O diretor da Jato Dynamics sugere que o consumidor faça as contas na ponta do lápis para avaliar os custos e seu orçamento. “Se existe a chance de o consumidor ter que apertar os cintos para pagar o carro, deve esperar. Ainda estamos em um momento difícil da pandemia e a economia ainda não está recuperada dos acontecimentos. É uma compra para se pensar e avaliar com calma”, diz.

2. Compare modelos em diferentes concessionárias

Segundo Ana, se o consumidor decidiu pela compra o crucial vai ser comparar preços entre concessionárias diferentes.

“Busque concessionárias que tenham um estoque de veículos – seja novo ou seminovo – um pouco maior para ter uma margem de negociação mínima. Se a loja estiver desabastecida o consumidor vai ter problemas para negociar qualquer coisa e vai ficar à mercê das condições da concessionária. Antes de comprar faça uma pesquisa de campo mesmo para conseguir ter uma noção das condições ofertadas”, sugere a executiva.

3. Busque modelos com mais margem de negociação

A dica é selecionar modelos que têm maior poder de negociação, portanto, maior inventário. “Para quem vai comprar um carro em 2022 e quer alguma condição melhor precisa pensar mais no carro que está disponível e menos no carro que deseja. Na prática, quanto maior o estoque do veículo, maior vai ser o poder de negociação. Mesmo assim não adianta ir com muita sede ao pote porque estamos em um momento menos propício para o consumidor diante da demanda e falta de oferta”, avalia Ana Renata, da KBB.

“Uma opção é buscar carros mais simples: algumas montadoras vem barateando carro para extrair semicondutores. São modelos menos tecnológicos, mas que podem estar disponíveis mais rapidamente e por valores menores. É uma alternativa que o consumidor que quer comprar um carro em 2022 tem na mesa”, acrescenta Kalume Neto.

Outra dica, segundo Ana, é quando comprar o carro em 2022. Ela explica que janeiro e fevereiro são meses historicamente mais fracos na venda de veículos com carnaval e outras contas de início do ano, por isso, podem surgir oportunidades.

“Pode ser que as concessionárias queiram facilitar uma condição ou outra para acabar com o estoque neste início de ano. A partir de março, as condições de negociação vão ficar ainda mais difíceis como devido à escassez de peças”, diz a executiva.

Kalume Neto lembra que o consumidor não pode esquecer de comparar, além do preço, as taxas de juros do financiamento, o prazo e entrega, custo de manutenção, entre outros custos do carro.

4.  Avalie o tempo de espera do carro 0km

Outro ponto importante é tomar a decisão entre carro novo 0km e um carro seminovo ou usado. Para isso, Kalume Neto sugere comparar o custo-benefício em todos os sentidos entre os modelos.

“O veículo novo pode ser o sonho de consumo, mas na atual situação o tempo de espera chega a seis meses e nem todo mundo pode ou quer esperar. Você tem esse tempo disponível? Acha que vale a pena já ir pagando o carro mesmo sem tê-lo em mãos?”, diz.

InfoMoney fez uma matéria mostrando os prazos de entrega das montadoras e explicando os motivos.

“Considere também avaliar diferentes versões do modelo 0 km que procura – a depender da versão pode ficar um pouco mais barato ou mais caro. Não esqueça também dos custos de manutenção – geralmente os usados têm esse custo de forma mais frequente”, afirma o diretor da consultoria automotiva.

5. Busque por seminovos em boas condições

Diante das dificuldades em encontrar um carro novo, os consumidores podem partir para uma opção seminova ou usada. Mas fazer um bom negócio exige atenção.

“A compra de um carro depende muito do perfil do consumidor, mas se precisa de um carro para o dia a dia um seminovo é uma boa saída, embora os preços também estejam subindo. De qualquer maneira, é preciso se atentar a alguns pontos”, explica Kalume Neto.

Segundo o executivo, os principais pontos de atenção são:

  • faça um test drive com o carro para analisar motor, pedais e funcionamento em geral;
  • busque concessionárias ou pontos de venda com credibilidade e que já são conhecidos;
  • procure um histórico do ponto de venda e também do carro para avaliar se o modelo já se envolveu em roubos ou acidentes, por exemplo;
  • veja o estado de conservação geral do carro;
  • tente trabalhar com opções, ou seja, não se prenda muito em um modelo específico – entre na mentalidade da necessidade e não do desejo para fazer uma compra de bom custo-benefício.

Fonte: (InfoMoney).

Carro muito tempo parado estraga? Saiba como evitar

By | Dicas

Após o período de Lock-Down, não foi difícil encontrar algum caso de motorista que teve problemas devido ao carro parado na garagem por um longo tempo. O que antes era uma “história” que se ouvia por aí, hoje é algo pela qual muitas pessoas tiveram que lidar. Por conta disso, hoje a Auto Hamamura responde a pergunta ” Carro muito tempo parado estraga ? “.

Não é raro de acontecer

Primeiramente, com o aumento dos empregos em HomeOffice, muitos motoristas começaram a passar semanas sem ligar seus automóveis. Do mesmo modo, há também motoristas que de fato não utilizam os carros com frequência ou costumam deixa-los parados nos fins de semana, quando no caso, optam por ficar em casa descansando. Ou seja, ao religarem o carro na segunda-feira, podem acabar tendo uma grande surpresa.

Mas afinal, carro parado estraga?

Então, sim! Alguns componentes de fato podem sofrer danos com o carro parado. Porém, se o motorista tomar os cuidados corretos, não será algo tão fácil de acontecer. Como por exemplo o combustível, que pode acabar secando os fluidos e perder toda a sua eficácia. Do mesmo modo, a pintura do carro também pode ser prejudicada caso o veículo não se encontre estacionado em um ambiente fechado e adequado. Abaixo estão algumas medidas que o motorista poderá seguir para que mantenha o seu veículo funcionando perfeitamente.

  • Ligue o carro de vez em quando

Sobretudo, visto que o carro parado estraga, uma boa dica é não deixá-lo muito tempo desligado na garagem, o que ajuda muito. Entretanto, essa dica se aplica apenas quando você também está em casa ou se for possível, pedir para uma pessoa de confiança vir ligar o carro por alguns minutos.

  • Calibre os pneus

Em último lugar, apesar de não ser algo que faça o carro “parar”. Os pneus tendem a perder pressão conforme ficam muito tempo parados, principalmente quando expostos ao sol. Por isso, o ideal é que o motorista sempre calibre os pneus antes de deixar o carro parado e também depois.

  • Cuide com o tempo que o carro está parado

Cada modelo tem seu próprio tempo em que aguenta ficar parado. Entretanto, a recomendação é de que o motorista rode um pouco com o veículo a cada duas semanas. Essa é outra dica que nem sempre é possível de se fazer, porém, se a pessoa tiver algum amigo ou parente que estejam precisando de um veículo, as vezes é uma boa ideia empresta-lo, caso a pessoa em questão seja de confiança.

 

Veja 5 Itens Importantes Para Checar Em Sua Revisão de Férias Antes de Viajar

By | Dicas

Revisão de férias: Quais itens devo verificar?

Quando pensamos em “revisão de férias”, a primeira coisa que vem em nossa mente é a verificação de itens simples, que podemos fazer em casa mesmo. O próprio motorista pode fazer a checagem de alguns itens, como o limpador de para-brisa, nível de óleo, pneus e freio, por exemplo.

O único porém é que é preciso saber fazer a revisão de férias da forma correta, e a seguir você não aprenderá apenas a fazer isso como também verá uma lista com alguns objetos imprescindíveis para a segurança de todos em uma viagem de carro.

1. Checando os Pneus

Os pneus de um veículo são itens primordiais em uma verificação de segurança de uma revisão de férias. Eles precisam estar em bom estado, caso contrário podem causar perda de aderência ao solo e até provocar acidentes.

Para saber se ainda estão em condições de uso, verifique seus sulcos. Eles precisam estar com, no mínimo, 3 mm de profundidade. Isso pode ser verificado por meio do TWI (sigla para Tread Wear Indicator), um ressalto perpendicular aos sulcos do componente. Observe se o TWI está tocando o solo junto com a banda de rodagem. Se isso estiver acontecendo, a vida útil do pneu chegou ao fim.

A calibração dos pneus é outra recomendação importante para garantir a segurança de um veículo. Além da segurança, a calibração pode influenciar também na economia do combustível. Os pneus devem ser calibrados antes de pegar a estrada, pois na estrada eles se aquecem e a pressão varia. Mas não se esqueça de calibrar também o estepe, todos de acordo com as especificações indicadas no manual do veículo.

Outra dica importante é verificar a validade dos pneus. Você talvez não saiba, mas os pneus possuem sim prazo de validade. O prazo geralmente é de cinco anos a contar da data de fabricação. Por que pneu tem prazo de validade? Depois do prazo de validade, a borracha tende a perder suas propriedades de aderência.

Para encontrar a data de fabricação, na lateral há uma marca com quatro dígitos, sendo que os dois últimos indicam o ano e os dois primeiros a semana em que o componente foi produzido. Por exemplo: 0719 significa que o pneu foi fabricado na sétima semana de 2019.

2. Verificando o sistema de arrefecimento

Nas férias, a probabilidade de você pegar congestionamentos nas estradas é maior. Nesses casos, ou em casos de subida de serra, por exemplo, exige-se mais do motor, provocando o aquecimento do sistema. É aí que entra o sistema de arrefecimento, responsável pela troca de calor do motor. É importante que você verifique na revisão de férias do seu carro se as mangueiras do sistema de arrefecimento estão em bom estado, assim como a tampa do reservatório de água.

O líquido deve ser substituído a cada dois anos, mas nunca utilize somente água. Misture água destilada e aditivo (etilenoglicol) em um proporção de 50/50. Para saber qual é o aditivo mais indicado, consulte o manual do veículo.

3. Os freios? Dá pra checar também!

O ideal é que este item seja verificado por um profissional, mas é possível descobrir também se há algum problema nos freios verificando o nível do fluido do sistema. O reservatório do fluido de freios fica no compartimento do motor. Normalmente o fluido não diminui com o uso, mas se verificar que ele está baixo, provavelmente existe algum vazamento ou um desgaste demasiado nas pastilhas e discos do freio. Com o problema resolvido, por uma questão de segurança, os fabricantes recomendam que o fluido não seja completado, mas sim, substituído por um dentro das especificações determinadas no manual.

4. Não se esqueça do nível de óleo!

O óleo é um item simples de ser verificado. Se estiver baixo, deve ser completado com um lubrificante com as especificações do fabricante contidas no manual do veículo.

Fique atento(a) também se o óleo já está perto do prazo para troca, seja por tempo ou quilometragem. Não vale a pena correr o risco de ficar na estrada, faça a substituição como forma de prevenção.

5. Outros itens triviais, mas não menos importantes

Para uma revisão de férias “caprichada”, não se esqueça também da palheta do limpador de para-brisa. Verifique se ela não está ressecada. Uma boa dica é acrescentar um pouco de detergente líquido neutro no reservatório de água, para tirar resíduos que vão grudando no vidro.

Outra dica importante é conferir se o triângulo, a chave de roda e o macaco estão no veículo e em ordem. Acenda os faróis, acione as luzes de seta e dê ré também para checar se estão 100% funcionais. Por último, não se esqueça de verificar também se o documento do carro e a carteira de habilitação estão em dia.

Procure seguir todos os itens acima, e então a probabilidade de você e sua família ou amigos terem uma viagem tranquila será muito maior. Conte sempre com os serviços da Auto Hamamura sua melhor escolha, e nunca se esqueça da revisão do carro antes de viajar.

 

 

 

O que fazer na partida do carro para garantir o bom funcionamento

By | Dicas

O mundo automotivo é cheio de mitos, histórias contadas a exaustão que acabaram se tornando verdades absolutas e manias passadas de geração em geração. Mas dentre tantas informações, há aquelas que são fundamentadas e verdadeiras. Hoje vamos desvendar três relacionados à partida do carro logo abaixo!

AR-CONDICIONADO

Nos últimos 15 anos os sistemas de refrigeração dos carros evoluíram e alguns modelos são até mesmo auto-reguláveis. Sendo assim, nos carros novos, não é necessário mais desligar o ar-condicionado antes de parar o veículo ou antes de dar a partida. Os carros com carburador necessitavam de toda a carga para dar a partida no motor, porém os veículos fabricados de 15 anos para cá, são preparados para funcionar mesmo não havendo carga suficiente ou ainda será automaticamente acionado somente após alguns minutos depois da partida, para assim dar força para o motor. 

PÉ NA EMBREAGEM

Aqui vale a lei da precaução. Alguns modelos com câmbio manual só ligam quando a embreagem é acionada, mas nem todos. Entretanto a dica é pisar na embreagem ao ligar todos os carros manuais! Isso porque a prática evita o motor de ser forçado em excesso, principalmente o motor de arranque, preserva a bateria e alivia a partida. Além disso, vai que você ou a última pessoa ao dirigir o veículo o esqueceu engatado? Ao pisar na embreagem você pode evitar uma pequena colisão com desagradáveis estragos.

FARÓIS

Somente pelo motivo de não sobrecarregar a bateria do seu carro, é aconselhável ligar os faróis após dar a partida. Portanto, lembre-se se desligá-los ao sair do carro.

São dicas simples e rápidas como essas que te ajudam no dia a dia a manter seu carro em pleno funcionamento, prevenindo manutenções fora de hora.

 

Cuidados necessários com o carro no clima quente

By | Dicas

O verão ainda nem começou, mas o calor parece ter chegado com força na maior parte do Brasil, e isso afeta inclusive os nossos veículos. O clima quente exige cuidados especiais em diversas partes dos carros, incluindo o couro, pintura, vidros e pneus, já que são diretamente afetados pela temperatura mais alta e o sol intenso que marcam essa época do ano e os meses que virão a seguir.

Aproveitamos o tema para dar algumas dicas de como cuidar destas áreas mais sensíveis da nossa máquina de cada dia, pensando sempre em alternativas simples e acessíveis. Anota aí:
Pintura

Manter a pintura sem poeira, folhas e as infelizes fezes de pássaros é obrigação, mas em época de calor, evite lavar o carro sob o sol quente para evitar manchas devido à reação dos produtos químicos com os raios ultravioleta. Seria como passar limão na sua pele e ir para o sol. Ah: uma cera para polir não só vai deixar o carro brilhando como também vai criar uma camada protetora.
Bancos

Especialmente os bancos de couro são grandes vítimas do calor forte do verão. Quando aquecidos por muito tempo, são capazes de literalmente queimar o passageiro que sentar com as pernas/costas desprotegidas. Existem capas especiais que podem revestir de forma ágil os bancos, além de produtos que protegem o material para evitar danos. A dica a seguir também é uma grande aliada dos bancos.
Para-brisa

Uma solução fácil e barata para evitar que seu carro esteja um verdadeiro forno na hora que você for entrar é deixar um tapa-sol, daqueles prateados que refletem os raios e são capazes de diminuir em até 40 ºC a temperatura ali dentro. Além do resfriamento, ele evita que bancos e a borracha de alguns acessórios esquentem e se danifiquem. Vale o investimento.
Pneus

Com o aumento da temperatura, a pressão e o atrito da borracha com o asfalto também crescem, o que obriga o motorista a calibrar com mais frequência. Além disso, pneus em dia ajudam na economia do combustível, têm maior vida útil e evitam acidentes. Atenção!
Motor

O motor esquenta por conta própria durante o uso do carro, mas o forte calor sobre o capô também pode contribuir. Mantenha sempre em dia os níveis de água e óleo, assim os riscos de aquecimento extremo diminuem e você tem uma viagem mais segura. Em caso de superaquecimento, jamais abra na hora o reservatório de água para checar, a queimadura com vapor é quase certa, então espere resfriar.

Dicas para preparar o seu carro para a Primavera

By | Dicas

A chegada da primavera é, para muitos, sinónimo de alergias que pode provocar um grande desconforto e acaba por prejudicar quem viaja de carro. Mas existem maneiras de diminuir esta situação através de várias medidas eficazes, entre as quais:

Substituir o filtro de ar do habitáculo

Todas as viaturas têm este filtro de ar no sistema de climatização, mesmo para impedir a entrada de poeiras, poluição e pólen para o interior do carro. Normalmente é um elemento verificado nas revisões periódicas e é substituído o filtro. Contudo, se não costuma fazer as revisões, é essencial que substitua o filtro de ar do habitáculo todos os anos, no final do inverno.

Limpeza das condutas de climatização

Ao longo dos anos vão se acumulando poeiras nas condutas de climatização. Se sofre de alergias, a higienização das condutas deve ser uma preocupação tão importante como a substituição do filtro de ar do habitáculo.

Carregar o ar condicionado

O sistema de ar condicionado precisa de um carregamento periódico para poder continuar a exercer a sua função de retirar a humidade do habitáculo. Este factor pode potenciar a acumulação de matéria alérgica, sendo essencial ter o ar condicionado em perfeitas condições.

Como vai funcionar o pagamento por quilômetro rodado em pedágios?

By | Notícias

Projeto de Lei (PL) 886/21 tornará obrigatório o sistema de cobrança proporcional nas novas concessões e pode adequá-lo aos contratos vigentes

Câmara dos Deputados aprovou, por 276 votos a 90, o Projeto de Lei (PL) 886/21 que autoriza a implantação do sistema eletrônico no qual o pagamento do pedágio passa a ser por quilômetro rodado e não por tarifa fixa como estamos acostumados. A proposta, já aprovada pelo Senado em março, só aguarda à sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O sistema que elimina as cabines de pedágio também é conhecido como free-flow e já existe em outros países, principalmente da Europa. Mesmo que seja aprovado, várias questões ainda precisam ser definidas para sua regulamentação.

Para entender melhor o funcionamento e a dinâmica dessa mudança profunda nas estradas, entramos em contato com a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), já que praticamente todas as praças de pedágio do Brasil estão sob sua concessão. Mas primeiro é preciso entender como funcionam esses contratos.

O sistema de concessão por meio de licitação é uma transferência de um serviço público à iniciativa privada por prazo determinado. No caso das rodovias, a validade é de 20 a 30 anos. Tal transferência é formalizada por meio do qual a concessionária assume obrigações de manutenção, investimentos e serviços, em troca da cobrança de tarifas de pedágio.

Portanto, todas as concessionárias, caso o projeto seja aprovado, terão que se adaptar ao pedágio por quilômetro rodado.

“A ideia de implementação do free-flow após sua regulamentação será para as novas concessões. As empresas que têm contratos vigentes terão que passar por uma avaliação, caso a caso, para ver como está o contrato. Mas pode ser possível implementar esse sistema já nesses contratos vigentes”, afirma José Carlos Cassaniga, diretor-executivo da ABCR.

O Programa de Privatização das Rodovias começou a crescer em 1995 no território brasileiro com a gestão presidencial de Fernando Henrique Cardoso, portanto, muitos contratos já estão próximos do final e uma eventual renovação, ou troca de empresa, já deve constar com os novos mecanismos de cobrança.

Como será feita a cobrança proporcional?

A ideia é migrar essa modalidade para que todas as rodovias do Brasil contem com esse tipo de cobrança, sem pontos de paradas, deixando a cobrança mais justa.

“A identificação dos carros serão feitas por sensores e câmeras e os veículos terão tags ou tecnologias de identificação para ter esse controle de quanto ele percorreu na rodovia. Será algo parecido como as cobranças automáticas de hoje. O veículo vai passar por uma velocidade delimitada nessas novas praças, como por exemplo a 40 km/h, para que haja a identificação da placa, porém, sem qualquer tipo de cancela ou parada”, explica Cassaniga.

O diretor-executivo da ABCR diz ainda que novas tecnologias podem surgir para ter outras formas de identificação dos veículos, mas neste momento a tag será a mais adequada. Provavelmente a instalação desse sensor será no vidro do para-brisa e o dono do carro pagará pela peça.

No final de cada mês chegará uma fatura no endereço residencial que a placa do carro está cadastrada para que o proprietário pague o boleto com o valor.

A redação entrou em contato com a CCR, maior empresa privada na administração de rodovias no Brasil, que possui um total de 3.265 km nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul para saber o posicionamento sobre a possível nova forma de cobrança da tarifa.

“Para o Grupo CCR, o sistema free-flow representa justiça tarifária quando implementado em sua plenitude. O sistema permitirá a cobrança de uma tarifa menor para cada um dos clientes e viabiliza uma tarifa que reflete a distância percorrida na rodovia. As decisões relacionadas ao desenvolvimento e à aprovação do Projeto de Lei não cabem ao Grupo”, afirmou o Grupo CCR.

A expectativa é que o Projeto de Lei seja aprovado pelo presidente até os próximos meses e que a nova forma de cobrança entre em vigor nas novas concessões a partir da data de assinatura.

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DO RODÍZIO DE PNEUS

By | Dicas

Você costuma realizar o rodízio dos pneus do carro? Saiba que a maioria das montadoras recomenda fazer este procedimento. A primeira razão para isso é garantir que haja um desgaste por igual dos pneus, incluindo o estepe, o que contribui para a segurança do motorista e passageiros.

Segundo a Goodyear Brasil, este procedimento deve ser feito a cada 5 mil quilômetros. Já algumas marcas como Hyundai, Kia, Toyota afirmam que o rodízio pode ser feito a cada 10.000 quilômetros, no máximo.

Por que as montadoras orientam o revezamento dos pneus? Entenda!

O principal motivo é a segurança. O ideal é incluir os cinco pneus no rodízio, para que ocorra o desgaste uniforme de todos. Este revezamento fará com que o conjunto tenha uma vida útil maior, equilibrando o desempenho do automóvel em termos de dirigibilidade e frenagem.

Comprar dois pneus novos para substituir os que gastaram mais pode ser perigoso. Isso porque pode ocorrer um desequilíbrio entre as rodas. Já no rodízio, todos os pneus ficam com desgaste muito parecido. Os pneus da frente possuem um desgaste maior do que os traseiros, por serem mais exigidos pelo sistema de direção e de tração, localizados na dianteira dos veículos.

 

Como realizar o rodízio de pneus?

Muitos motoristas não realizam o rodízio por falta de conhecimento a respeito da sua importância e de como é realizado. Por isso, explicamos um pouco sobre este procedimento:

Como mencionado, a grande parte das montadoras recomenda o revezamento de pneus dos automóveis a cada 10.000 quilômetros, mas este prazo pode variar de acordo com a condução do motorista ou o tipo de pista onde costuma transitar. Por isso, as manutenções preventivas são importantes, a fim de inspecionar se há necessidade de adiantar o procedimento.

O rodízio deverá ser realizado de acordo com o modelo modelo (radial ou diagonal), tipo de pneu (assimétrico, simétrico ou direcional) e de tração do carro (dianteira, traseira ou tração nas quatro rodas).

O rodízio de pneus consiste na troca de posição entre eles. Em seguida, deve ser feito o alinhamento e o balanceamento para evitar que as rodas fiquem mal alinhadas e sem regulagem adequada, o que pode fazer com que os pneus voltem a apresentar desgaste irregular. Também é importante verificar e ajustar a pressão de inflação, verificar as condições das rodas e das válvulas de ar.

Se optar por comprar dois pneus novos, instale sempre no eixo traseiro, que é responsável pela estabilidade do automóvel, evitando que o carro perca aderência em uma freada brusca ou dentro de uma curva.

 

Manutenção do pneus

A Goodyear recomenda que os condutores tenham alguns cuidados a fim de aumentar a vida útil e cuidar melhor dos pneus. Veja as dicas:

Verificar a pressão: deve ser feito este procedimento a cada 4.500 quilômetros rodados para manter a condução do veículo suave e uniforme e com um consumo de combustível mais eficiente.

Forma de calibrar e alinhar: os pneus devem ser calibrados em estado frio de acordo com as recomendações do fabricante do veículo escrita no manual do proprietário. O mesmo vale para o alinhamento, deve ser conforme especificado, evitando que você sinta a roda “puxar”.

Fique de olho nos pneus: verifique visualmente seus pneus quanto a irregularidades em desgaste da banda de rodagem, pois podem indicar problemas de alinhamento ou calibração.

Cuidados ao dirigir: os hábitos de condução que causam o maior desgaste dos pneus são curvas, arranque agressivo e frenagem brusca. Evite também girar excessivamente os pneus quando o veículo estiver na lama ou areia. Isso pode causar o aquecimento excessivo dos pneus e danos irreparáveis.

Não sobrecarregue o carro: o excesso de peso coloca estresse sobre os pneus e causa dificuldades em dirigir, aumentando o consumo de combustível.

O VALOR DO COMBUSTÍVEL ESTÁ ALTO? CONFIRA 13 DICAS PARA ECONOMIZAR!

By | Dicas

Não deve ter muita gente por aí que esteja satisfeita com o preço do combustível nos últimos meses no país, não é mesmo? Apesar de o valor médio do litro da gasolina, do etanol e do diesel ter recuado em junho(2020), segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço continua pesando muito no bolso do brasileiro no final do mês.

O jeito para economizar e ainda continuar circulando com o carro para trabalhar, viajar, passear ou simplesmente fazer as atividades do dia a dia é tentar colocar em prática pequenas mudanças que podem fazer a diferença nos gastos com o combustível.

Para isso, a primeira coisa é colocar tudo na ponta do lápis para se ter uma ideia do que é possível economizar com mudanças bem simples. A prática de anotar a quantidade de combustível abastecida e a quilometragem percorrida é muito importante, uma vez que, é preciso acompanhar o aumento de consumo até para saber se o carro precisa de manutenção.

Então, confira as nossas dicas para colocar em prática!

Ao dirigir o veículo

Ao dirigir o automóvel, alguns procedimentos ajudam a economizar ainda mais combustível:

# 1 – Aceleração: evite acelerar ou frear de forma brusca quando não houver necessidade. Manter uma velocidade média é o ideal, sempre observando o trânsito à frente para que a parada não precise ser muito rápida.

# 2 – Ar-condicionado: algumas pessoas que acreditam que o ar-condicionado pode gastar ainda mais combustível. No entanto, principalmente em estradas, andar com as janelas fechadas ajuda a reduzir a resistência do ar, o que acaba gerando uma economia de combustível. Agora, se você estiver dirigindo a menos de 60 km/h, compensa mais baixar os vidros, já que a resistência do ar nessa velocidade não vale o gasto com o ar-condicionado.

# 3 – Troca de marcha: sempre respeite o conta-giros. Trocar as marchas na rotação indicada é a melhor opção para reduzir o consumo de combustível.

# 4 – Nada de pisar fundo: quanto mais rápido você dirigir, pior será o consumo do veículo. Isso pode variar de acordo com o modelo do veículo e a marca, mas a velocidade ideal para dirigir na estrada é entre 80 e 100 km/h. Faça o teste!

# 5 – Carro ligado ou desligado? Quando for parar por alguns minutos em algum local, vale a pena desligar o motor. A partida do motor equivale ao consumo do carro parado com o motor ligado por 10 segundos. Por isso, é vantajoso desligar o motor em algumas situações.

# 6 – Ponto morto, nunca mais! Deixar o carro no ponto morto em descidas não é recomendado e nem econômico nos carros atuais. Além de colocar em risco a sua segurança, se o carro estiver desengatado e sem auxílio do freio-motor, o sistema de freio será mais exigido e poderá falhar.

Na hora de abastecer

# 7 – Na hora de completar tudinho: não é recomendado encher o tanque de combustível até “a boca”, ou seja, assim que o gatilho da bomba desarmar, não permita que o frentista continue a encher. Isso porque parte deste combustível acaba se perdendo pelo bocal ou pela válvula de alívio.

# 8 – Reserva só de vez em quando: não circule na reserva, a não ser que seja muito necessário. Isso porque com o tanque na reserva, há um acúmulo de resíduos do fundo do tanque que podem ser sugados para dentro do motor, entupindo os bicos injetores.

# 9 – Quem tem carro flex: precisa abastecer também o tanquinho de partida a frio com gasolina. Isso porque “esquentar” o motor num carro com injeção eletrônica pode gastar combustível à toa e desgastar as peças.

# 10 – Abasteça em postos confiáveis: um dos principais motivos do aumento da queima do combustível é quando este é adulterado ou de baixa qualidade. Fique atento aos preços muito abaixo da média.

Cuidados com a manutenção do carro

# 11 – Pneus bons: Manter os pneus sempre bem calibrados também ajuda a reduzir o consumo de combustível. Isso porque, quando eles estão abaixo do nível indicado pelo fabricante do veículo, o consumo aumenta. Além disso, este cuidado aumenta a vida útil dos pneus e garante mais segurança para você.

# 12 – Cuidado na hora da viagem: sobrecarregar o carro na hora pode aumentar o consumo. Por isso, não carregue mais peso do que o seu carro pode aguentar. Estima-se que a cada 50 kg de peso excedente no veículo, o consumo de combustível aumenta em 1%. Para saber o quanto o seu automóvel foi fabricado para carregar de peso, consulte o manual do proprietário.

# 13 – Filtro de ar: Dirigir com um filtro de ar sujo ou obstruído pode reduzir o desempenho do seu veículo. Por isso, vale a pena investir na troca, de acordo com a necessidade do seu automóvel.

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DE FAZER REVISÃO DO CARRO

By | Dicas

 

Janeiro é mês de férias e fevereiro já tem Carnaval. Quem tá programando a viagem com a família ou amigos, não pode deixar de fazer a revisão do carro antes de pegar a estrada. Mas porque é tão importante levar o carro para a revisão?

Simplesmente para a sua segurança e de quem vai estar no carro com você. Isso porque um carro que não passa por revisão regulares tem muito mais chance de apresentar algum tipo de falha e causar acidentes. Além disso, mesmo se nada grave ocorrer, a chance de você ficar na estrada e ter que pedir um reboque é grande. Quem está sempre em dia com as revisões tem maior garantia contra problemas mecânicos que podem influenciar no controle do carro.

Veja a seguir o que é preciso fazer para manter a revisão do automóvel em dia!

Revisão periódica
A revisão periódica dos veículos é uma das garantias de segurança uma vez que seu objetivo é o diagnóstico prévio de algum problema no veículo. A recomendação das montadoras é que a revisão seja realizada a cada dez mil quilômetros ou a cada seis meses de uso, o que vier primeiro. Uma dica importante é consultar o manual do proprietário – ele traz informações importantes sobre como conservar melhor o seu veículo e a indicação de intervalo para as revisões.

No caso de carros novos, as concessionárias exigem as “revisões obrigatórias” para a manutenção das garantias do motor, entre outras. Já para os carros seminovos, é importante saber quais cuidados foram oferecidos ao veículo anteriormente e sempre levar o automóvel a um mecânico de confiança. A necessidade de revisar o veículo a cada seis meses também vale para veículos que estão muito tempo parados na garagem.

A manutenção periódica inclui desde a verificação de itens simples como óleo, estepe, limpador de para-brisa, até os itens mais complexos. No entanto, cada um deles têm um intervalo ideal para ser verificado. Confira a seguir:

Freios: pode influenciar na direção e até aumentar a distância de frenagem. Por isso, recomenda-se a revisão a cada 10 mil quilômetros dos discos de freio, pastilhas e tambores. Já o fluido do freio deve ser trocado anualmente. Se o seu carro possui ABS é preciso checar se o sistema eletrônico, componentes e sensores estão em funcionamento.

Pneus: os pneus “carecas” são um perigo. Existe até legislação para evitar que os carros “rodem” com pneus neste estado. Por isso, as ranhuras existentes nos pneus novos são essenciais para garantir segurança. Verifique sempre a altura dessas ranhuras. Atente-se à presença de objetos (pregos, pedras, etc) que podem reduzir a pressão do pneu e mantenha-o sempre calibrado. Para utilizar a calibração correta, utilize o manual do fabricante.

Alinhamento e balanceamento: servem para evitar o desgaste excessivo dos pneus. O ideal é realizar a cada 10 mil quilômetros, juntamente com o rodízio dos pneus. Para quem transita em locais com muitos buracos, como estradas de terras, pode ser legal realizar o balanceamento em intervalos menores, devido aos grandes impactos sofridos pelo carro nessas estradas.

Óleo: óleo lubrificante e o filtro de óleo devem ser substituídos de acordo com a especificação do fabricante, o que em média é a cada 10 mil quilômetros ou a cada seis meses. Para verificar o nível de óleo do carro, basta puxar a vareta e ver onde o nível do óleo está. Existem duas marcas na vareta e o nível de óleo ideal é entre essas duas marcas. Esteja sempre alerta em relação aos vazamentos embaixo do carro e à cor do óleo para saber se ele está queimando – estes são sinais de que algo não está certo e você precisará procurar um mecânico.

Direção: é preciso manter o alinhamento da direção em dia. Geralmente, este procedimento é realizado juntamente com o balanceamento e o rodízio dos pneus.

Correias do motor: a mais “famosa” delas é a correia dentada, que deve ser vistoriada a cada seis meses. Isso porque, caso arrebente, o carro pode parar de andar.

Radiador: é recomendada a limpeza a cada 30 mil quilômetros, assim como a troca do aditivo do radiador.

Lâmpadas: queimou, trocou! Conduzir com a lâmpada queimada dá multa e pontos na carteira. No entanto, a cada 15 dias devem ser verificadas as lanternas e piscas.

Evitar gastos inesperados
Um veículo que não recebe a manutenção periódica pode ter o seu tempo de vida e seu valor diminuído consideravelmente. Além disso, diversos problemas mais sérios podem ser identificados antes que comprometam outras áreas do motor, da parte elétrica ou mecânica.

A revisão em dia também ajuda na economia do combustível, ou seja, a prática de manter o carro sempre bem conservado previne gastos mais elevados.