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O VALOR DO COMBUSTÍVEL ESTÁ ALTO? CONFIRA 13 DICAS PARA ECONOMIZAR!

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Não deve ter muita gente por aí que esteja satisfeita com o preço do combustível nos últimos meses no país, não é mesmo? Apesar de o valor médio do litro da gasolina, do etanol e do diesel ter recuado em junho(2020), segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço continua pesando muito no bolso do brasileiro no final do mês.

O jeito para economizar e ainda continuar circulando com o carro para trabalhar, viajar, passear ou simplesmente fazer as atividades do dia a dia é tentar colocar em prática pequenas mudanças que podem fazer a diferença nos gastos com o combustível.

Para isso, a primeira coisa é colocar tudo na ponta do lápis para se ter uma ideia do que é possível economizar com mudanças bem simples. A prática de anotar a quantidade de combustível abastecida e a quilometragem percorrida é muito importante, uma vez que, é preciso acompanhar o aumento de consumo até para saber se o carro precisa de manutenção.

Então, confira as nossas dicas para colocar em prática!

Ao dirigir o veículo

Ao dirigir o automóvel, alguns procedimentos ajudam a economizar ainda mais combustível:

# 1 – Aceleração: evite acelerar ou frear de forma brusca quando não houver necessidade. Manter uma velocidade média é o ideal, sempre observando o trânsito à frente para que a parada não precise ser muito rápida.

# 2 – Ar-condicionado: algumas pessoas que acreditam que o ar-condicionado pode gastar ainda mais combustível. No entanto, principalmente em estradas, andar com as janelas fechadas ajuda a reduzir a resistência do ar, o que acaba gerando uma economia de combustível. Agora, se você estiver dirigindo a menos de 60 km/h, compensa mais baixar os vidros, já que a resistência do ar nessa velocidade não vale o gasto com o ar-condicionado.

# 3 – Troca de marcha: sempre respeite o conta-giros. Trocar as marchas na rotação indicada é a melhor opção para reduzir o consumo de combustível.

# 4 – Nada de pisar fundo: quanto mais rápido você dirigir, pior será o consumo do veículo. Isso pode variar de acordo com o modelo do veículo e a marca, mas a velocidade ideal para dirigir na estrada é entre 80 e 100 km/h. Faça o teste!

# 5 – Carro ligado ou desligado? Quando for parar por alguns minutos em algum local, vale a pena desligar o motor. A partida do motor equivale ao consumo do carro parado com o motor ligado por 10 segundos. Por isso, é vantajoso desligar o motor em algumas situações.

# 6 – Ponto morto, nunca mais! Deixar o carro no ponto morto em descidas não é recomendado e nem econômico nos carros atuais. Além de colocar em risco a sua segurança, se o carro estiver desengatado e sem auxílio do freio-motor, o sistema de freio será mais exigido e poderá falhar.

Na hora de abastecer

# 7 – Na hora de completar tudinho: não é recomendado encher o tanque de combustível até “a boca”, ou seja, assim que o gatilho da bomba desarmar, não permita que o frentista continue a encher. Isso porque parte deste combustível acaba se perdendo pelo bocal ou pela válvula de alívio.

# 8 – Reserva só de vez em quando: não circule na reserva, a não ser que seja muito necessário. Isso porque com o tanque na reserva, há um acúmulo de resíduos do fundo do tanque que podem ser sugados para dentro do motor, entupindo os bicos injetores.

# 9 – Quem tem carro flex: precisa abastecer também o tanquinho de partida a frio com gasolina. Isso porque “esquentar” o motor num carro com injeção eletrônica pode gastar combustível à toa e desgastar as peças.

# 10 – Abasteça em postos confiáveis: um dos principais motivos do aumento da queima do combustível é quando este é adulterado ou de baixa qualidade. Fique atento aos preços muito abaixo da média.

Cuidados com a manutenção do carro

# 11 – Pneus bons: Manter os pneus sempre bem calibrados também ajuda a reduzir o consumo de combustível. Isso porque, quando eles estão abaixo do nível indicado pelo fabricante do veículo, o consumo aumenta. Além disso, este cuidado aumenta a vida útil dos pneus e garante mais segurança para você.

# 12 – Cuidado na hora da viagem: sobrecarregar o carro na hora pode aumentar o consumo. Por isso, não carregue mais peso do que o seu carro pode aguentar. Estima-se que a cada 50 kg de peso excedente no veículo, o consumo de combustível aumenta em 1%. Para saber o quanto o seu automóvel foi fabricado para carregar de peso, consulte o manual do proprietário.

# 13 – Filtro de ar: Dirigir com um filtro de ar sujo ou obstruído pode reduzir o desempenho do seu veículo. Por isso, vale a pena investir na troca, de acordo com a necessidade do seu automóvel.

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DE FAZER REVISÃO DO CARRO

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Janeiro é mês de férias e fevereiro já tem Carnaval. Quem tá programando a viagem com a família ou amigos, não pode deixar de fazer a revisão do carro antes de pegar a estrada. Mas porque é tão importante levar o carro para a revisão?

Simplesmente para a sua segurança e de quem vai estar no carro com você. Isso porque um carro que não passa por revisão regulares tem muito mais chance de apresentar algum tipo de falha e causar acidentes. Além disso, mesmo se nada grave ocorrer, a chance de você ficar na estrada e ter que pedir um reboque é grande. Quem está sempre em dia com as revisões tem maior garantia contra problemas mecânicos que podem influenciar no controle do carro.

Veja a seguir o que é preciso fazer para manter a revisão do automóvel em dia!

Revisão periódica
A revisão periódica dos veículos é uma das garantias de segurança uma vez que seu objetivo é o diagnóstico prévio de algum problema no veículo. A recomendação das montadoras é que a revisão seja realizada a cada dez mil quilômetros ou a cada seis meses de uso, o que vier primeiro. Uma dica importante é consultar o manual do proprietário – ele traz informações importantes sobre como conservar melhor o seu veículo e a indicação de intervalo para as revisões.

No caso de carros novos, as concessionárias exigem as “revisões obrigatórias” para a manutenção das garantias do motor, entre outras. Já para os carros seminovos, é importante saber quais cuidados foram oferecidos ao veículo anteriormente e sempre levar o automóvel a um mecânico de confiança. A necessidade de revisar o veículo a cada seis meses também vale para veículos que estão muito tempo parados na garagem.

A manutenção periódica inclui desde a verificação de itens simples como óleo, estepe, limpador de para-brisa, até os itens mais complexos. No entanto, cada um deles têm um intervalo ideal para ser verificado. Confira a seguir:

Freios: pode influenciar na direção e até aumentar a distância de frenagem. Por isso, recomenda-se a revisão a cada 10 mil quilômetros dos discos de freio, pastilhas e tambores. Já o fluido do freio deve ser trocado anualmente. Se o seu carro possui ABS é preciso checar se o sistema eletrônico, componentes e sensores estão em funcionamento.

Pneus: os pneus “carecas” são um perigo. Existe até legislação para evitar que os carros “rodem” com pneus neste estado. Por isso, as ranhuras existentes nos pneus novos são essenciais para garantir segurança. Verifique sempre a altura dessas ranhuras. Atente-se à presença de objetos (pregos, pedras, etc) que podem reduzir a pressão do pneu e mantenha-o sempre calibrado. Para utilizar a calibração correta, utilize o manual do fabricante.

Alinhamento e balanceamento: servem para evitar o desgaste excessivo dos pneus. O ideal é realizar a cada 10 mil quilômetros, juntamente com o rodízio dos pneus. Para quem transita em locais com muitos buracos, como estradas de terras, pode ser legal realizar o balanceamento em intervalos menores, devido aos grandes impactos sofridos pelo carro nessas estradas.

Óleo: óleo lubrificante e o filtro de óleo devem ser substituídos de acordo com a especificação do fabricante, o que em média é a cada 10 mil quilômetros ou a cada seis meses. Para verificar o nível de óleo do carro, basta puxar a vareta e ver onde o nível do óleo está. Existem duas marcas na vareta e o nível de óleo ideal é entre essas duas marcas. Esteja sempre alerta em relação aos vazamentos embaixo do carro e à cor do óleo para saber se ele está queimando – estes são sinais de que algo não está certo e você precisará procurar um mecânico.

Direção: é preciso manter o alinhamento da direção em dia. Geralmente, este procedimento é realizado juntamente com o balanceamento e o rodízio dos pneus.

Correias do motor: a mais “famosa” delas é a correia dentada, que deve ser vistoriada a cada seis meses. Isso porque, caso arrebente, o carro pode parar de andar.

Radiador: é recomendada a limpeza a cada 30 mil quilômetros, assim como a troca do aditivo do radiador.

Lâmpadas: queimou, trocou! Conduzir com a lâmpada queimada dá multa e pontos na carteira. No entanto, a cada 15 dias devem ser verificadas as lanternas e piscas.

Evitar gastos inesperados
Um veículo que não recebe a manutenção periódica pode ter o seu tempo de vida e seu valor diminuído consideravelmente. Além disso, diversos problemas mais sérios podem ser identificados antes que comprometam outras áreas do motor, da parte elétrica ou mecânica.

A revisão em dia também ajuda na economia do combustível, ou seja, a prática de manter o carro sempre bem conservado previne gastos mais elevados.

Cuidados com seu carro na primavera!

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A primavera chegou e nesta estação algumas pessoas sofrem com alergias sazonais. Isso porque elementos como pólen, pelos, poeira e mofo estão no ar e no seu carro! Neste período, é necessário ter atenção dobrada em relação a limpeza interior do veículo. Para quem tem alergia a pólen, por exemplo, tecidos dos bancos e tapetes dos carros sujos são um veneno para as vias respiratórias. Sem falar da concentração de pólen no sistema de climatização do automóvel. São os dutos sujos que trazem o ar de fora para os passageiros e motorista. A melhor forma de resolver esta situação é manter seu carro o mais limpo possível.
Para evitar incômodo ao utilizar o veículo e crises alérgicas, a Auto Hamamura, listou alguns cuidados extras para você ter com o seu carro:

? Viajar de janelas fechadas: Evita a entrada de poeira, poluição e pólen;
? Manter o sistema de ar condicionado limpo e o filtro de cabine em bom
estado esta higienização mata ácaros, bactérias e elimina odores indesejáveis;
? Aspirar os estofados frequentemente: a aspiração em qualquer estofado deve
ser feita semanalmente
? Lavar os estofados com o tempo de uso, poeira do asfalto,
resíduos de alimento, pelos, escamas da pele e suor ou a oleosidade
acumulam nos bancos. Apenas uma higienização de estofados profissional resolve
o problema.
? Limpar Forros, Teto e Colunas: estes lugares são propícios ao acúmulo de
sujeira;

 

Na hora de fazer estes serviços procure uma empresa confiável que utiliza produtos
de primeira qualidade. É muito importante manter o carro limpo para não sofrer com
as alergias.

 

Uma ótima primavera!

 

PLACA DO MERCOSUL: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A TRANSIÇÃO

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Você provavelmente está cheio de dúvidas quanto ao assunto placas de carro no padrão Mercosul. E não é para menos. Desde que a mudança foi anunciada as polêmicas se acumulam. Os prazos sofreram tantas atualizações que o grande questionamento que fica é: afinal, o que fazer?

Para ajudar você, vamos explicar a seguir os principais pontos da transição, o que muda e para quem muda e quais são as novas previsões com relação aos prazos.

Vamos lá?

DEVO TROCAR MINHA PLACA PARA O PADRÃO MERCOSUL?

Até o momento a mudança não é obrigatória. Porém, existem alguns casos nos quais já é necessário utilizar a nova placa. São eles:
  • CARRO NOVOS;

  • VEÍCULOS QUE PASSARAM POR TRANSFERÊNCIA ENTRE PROPRIETÁRIOS;

  • VEÍCULOS QUE TROCARAM DE CATEGORIA;

  • VEÍCULOS CUJA PLACA ATUAL ESTEJA ILEGÍVEL, DANIFICADA OU NÃO TENHA SIDO APROVADA EM VISTORIA.

Também é possível solicitar a mudança da placa de forma voluntária, caso você não se encaixe nesses grupos e queira entrar no padrão Mercosul.

QUAL O PRAZO PARA A MUDANÇA DAS PLACAS?

A ideia do Brasil integrar o sistema de placas do Mercosul foi anunciada pela primeira vez em 2014. Sim, desde lá o processo tem sido atravessado por disputas judiciais, falta de integração entre os órgãos responsáveis e burocracias no geral.

COMO É O PADRÃO MERCOSUL?

A nova placa possui quatro letras e três números, ao contrário de como é atualmente. A cor de fundo passa a ser branca e as fontes terão cores diferentes conforme o tipo do veículo: preta para veículos de passeio, vermelha para veículos comerciais, azul para carros oficiais, verde para veículos em teste, dourado para automóveis diplomáticos e prateado para os de colecionadores.

A placa tem as mesmas dimensões da atual, apresentando 40 cm de largura e 13 cm de altura. Além disso, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) permitiu que elas tenham redução de até 15% no tamanho caso a placa não caiba no receptáculo do veículo, desde que sigam preservados o QR Code e a bandeira do Brasil.

Com a alteração, mais de 450 milhões de combinações serão possíveis. Isso porque as letras e números podem ser “embaralhados”. Por exemplo, inicialmente, os carros terão a sequência LLL NLNN e as motos serão LLL NN LN. (L = letra e N= a número).

AS POLÊMICAS

Uma das polêmicas do projeto é que, ao trocar de município, é preciso mudar de forma integral a placa. Até então só era necessário mudar a tarjeta de inscrição do Estado e cidade.

Outro ponto é com relação aos carros já emplacados. Como haverá mudança na sequência das letras e números, isso afetará da seguinte forma: o segundo número da esquerda para a direita será substituído por uma letra. Por exemplo, uma placa HUL 1945 passará a ser HUL 1J45.

Para definir como funcionará isso foi elaborada a seguinte tabela:

Como é:

Como ficará:

0 A
1 B
2 C
3 D
4 E
5 F
6 G
7 H
8 I
9 J

 

A bateria do seu carro precisa destes 4 cuidados especiais.

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A bateria é um dos componentes mais importantes no conjunto de um automóvel. É ela a responsável por “despejar” uma carga elétrica no momento da partida do seu carro, ligando ainda todo o sistema do veículo.

Nos dias atuais, a bateria se tornou ainda mais essencial devido a enorme quantidade de recursos tecnológicos presentes num veículo, o que inclui desde um simples vidro elétrico até mesmo um sistema multimídia com som bastante sofisticado, que automaticamente demandam mais energia.

Na realidade, a bateria tem como função principal o armazenamento de energia química, que depois será convertida em energia elétrica para ser distribuída aos demais itens do automóvel. Ela entra em ação logo no momento da partida e, quando o carro está parado, faz ainda a manutenção dos sistemas eletrônicos.

Hoje em dia, em sua maioria elas são seladas, não precisam mais de ficar colocando água. Mas não é por isso que podemos esquecer dela por completo.

Com uma bateria em más condições, sem capacidade para acumular energia, o seu carro não irá nem dar partida. Sendo assim, para evitar dores de cabeça, é importante que você utilize uma bateria de boa qualidade e troque-a sempre que necessário.

Veja 4 dicas para cuidar da bateria do seu carro!

Evite usar equipamentos elétricos com o carro desligado.

Quem gosta de parar o carro em frente a um barzinho e deixar o som ligado por várias horas, ou que gosta de abrir a tampa do porta-malas do carro durante aquele churrasco de domingo e ficar ouvindo música nas alturas deveria instalar uma bateria adicional somente para o sistema de som.

Se você tem um som simples, que não demanda muita energia, pode verificar a possibilidade de instalar uma segunda bateria, talvez menor, ali mesmo no cofre do motor. Aí, essa bateria ficaria responsável somente pelo sistema de som, e quando a energia dela acabasse, você ainda conseguiria dar a partida no carro, com a energia da bateria principal.

Se você tem um sistema de som muito forte, deve partir para baterias especiais para som, que tem uma amperagem bem maior, e que suportam um som ligado por um tempo maior. Também a instalação de um mega capacitor perto da bateria é interessante, para que a bateria não seja danificada a cada pancada do seu subwoofer gigante.

Quando este equipamento elétrico é muito grande, ele acaba sendo instalado no porta-malas, onde temos mais espaço para tal.

Ao dar a partida, desligue tudo.

Outra forma de garantir que a bateria do seu carro tenha sempre energia extra é desligar boa parte dos recursos no momento da partida. Afinal, dar partida no motor exige bastante da bateria do veículo.

Sendo assim, dê partida no motor do carro com o mínimo de recursos ligados. Desative itens como ar-condicionado, faróis, rádio, desembaçador do vidro, entre outros.

Com isso, a bateria não irá sofrer uma sobrecarga no momento da partida, fazendo com que ela esteja sempre pronta para ser utilizada.

Verifique os terminais da bateria.

De tempos em tempos, talvez a cada seis meses ou um ano, é bom dar uma olhada nos terminais da bateria. Eles podem estar frouxos, sujos ou corroídos. O zinabre aparece ali por causa de eventuais vazamentos do líquido interno da bateria.

Você pode limpar tudo isso com água quente e uma esponja de aço. Ao invés de usar graxa, como muitos fazem, colocar vaselina nos terminais é melhor.

Cuidado, se seu carro fica parado muito tempo.

Caso você tenha um carro que não é utilizado com muita frequência, como um carro antigo que não é usado para locomoção diária, dê a partida nele a cada 15 dias, e deixe-o funcionando por uns 5 minutos.

Assim a bateria vai sempre ter uma carga adicional, além de essa prática ser benéfica também para o conjunto mecânico do seu carro.

Se o seu carro ficar muito tempo parado, sem ao menos ter o seu motor ligado, alguns itens como alarme e central da injeção do motor irão consumir carga da bateria.

Se você for viajar e deixar o carro em casa, o recomendado é desligar a bateria por completo. Para isso, basta soltar o cabo do polo negativo e, em seguida, o cabo do polo positivo. Ao voltar para casa, ligue a bateria novamente, mas fazendo um processo inverso: conecte o cabo do polo positivo e depois o do negativo.

7 dicas para conservar seu carro e mantê-lo sempre novo.

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Você sabia que certos cuidados podem elevar a vida útil do seu veículo? Existem algumas manutenções simples, mas necessárias, que devemos realizar no dia a dia para evitar dores de cabeça e idas ao mecânico. Portanto, vamos conferir a seguir as sete dicas para conservar seu carro e mantê-lo sempre novo!

Não deixe o carro parado por muito tempo

Uma das indicações que envolvem a conservação do automóvel é não deixá-lo parado por um longo período. Mesmo se você não pretende usar seu carro, uma ótima dica é ligá-lo por um minuto. Caso não seja possível, a alternativa é encher o tanque e desligar os cabos de bateria. Isso também costuma dar conta do recado.

Fique atento ao limite de giros

Alguns automóveis têm conta de giros que, em sua grande parte, são em linha com faixa vermelha. A faixa é denominada de limite de corte. O sistema do veículo corta o giro para não quebrar por questões de segurança. E é aí que mora o perigo, já que alcançar esse nível pode causar um dano como, por exemplo, a falha de uma biela.

Confira a vida útil do óleo

O prazo do óleo é uma das dicas para conservar seu carro e mantê-lo sempre novo. Se ultrapassar o limite de quilometragem ou ainda exceder a vida útil indicada pelo fabricante, o óleo pode perder a capacidade de lubrificação. O resultado? Com o tempo ocorre um desgaste superior que reduz a eficácia do carro.

Troque os filtros de óleo, ar e combustível

É muito importante ressaltar que, quando acontece um desgaste destes itens, eles ficam sem sua função básica, a de filtrar. Dessa maneira, as impurezas podem alcançar o motor, afetando o funcionamento.

Lembrando que no filtro de ar qualquer resíduo pode riscar as paredes do cilindro e causar perda de compressão. E isso leva a vários outros danos que podem trazer transtornos para o proprietário do carro. Portanto, fique ligado ao funcionamento destas peças.

Atente-se para a manutenção do motor

Preste atenção a cada 30 mil quilômetros rodados. É necessário fazer uma manutenção da regulagem do motor do veículo. Verifique o estado atual de peças como as velas, filtros e os bicos injetores. Se você não tiver experiência no assunto, leve o automóvel a um mecânico de confiança para que ele possa conferir se está tudo certo.

Tenha cuidado com os freios

Os freios são muito mais que apenas pastilhas, pois envolvem a segurança do condutor e de todos os seus passageiros. Por isso, é essencial ter o máximo de cuidado com a peça. Não acelere muito ou faça paradas bruscas. Também é bom evitar descer em ponto morto.

Faça uma pintura nova

Se seu carro está com um grande desgaste, talvez a melhor opção seja investir em uma nova pintura. Dessa forma o automóvel fica com uma melhor aparência e ainda protege a máquina contra o risco de uma corrosão.

Manter o veículo conservado não é nada difícil. Com as nossas sugestões essa tarefa vai ficar muito mais fácil e você vai aumentar a vida útil de sua máquina.

Gostou das dicas para conservar seu carro sempre novo? Então compartilhe o artigo em suas redes sociais! Assim seus amigos também terão a oportunidade de conferir recomendações para a conservação do automóvel!

 

Pneu tem ou não tem prazo de validade? Descubra!

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Como qualquer produto manufaturado, o pneu tem uma vida útil. Com o tempo e a ação dos agentes climáticos (pressão, temperatura, umidade etc) seus componentes gradualmente perdem suas características mecânicas e físico-químicas originais. Entretanto, também como no caso de qualquer outro produto manufaturado, é praticamente impossível precisar sua data máxima de validade.

Por isso, as fabricantes reputam ser uma boa prática levar o pneu para a análise de um técnico especializado após cinco anos da data de sua produção e pelo menos uma vez por ano depois disso, além de evitar o uso do pneu após dez anos de sua fabricação.

Quanto tempo dura um pneu?
Não há como dizer com exatidão quanto tempo dura um pneu. A vida útil e a quilometragem de um pneu dependem de uma combinação de fatores: escultura, hábitos do motorista, clima, condições das vias e cuidados com os pneus.

Três dicas importantes
1. Tenha em mente o período de cinco anos
A partir de cinco anos de uso, os pneus devem passar por uma inspeção profissional minuciosa ao menos uma vez por ano.

2. O prazo máximo é dez anos
Se não houve reposição dos pneus dez anos após a data de fabricação, as fabricantes recomendam a troca por pneus novos como precaução, mesmo que pareçam estar em condições de uso e o indicador de desgaste da banda de rodagem não tenha sido atingido. Isso também se aplica aos estepes.

3. Manutenção adequada aumenta a vida útil do pneu
A devida atenção à calibragem dos pneus, desgaste da banda de rodagem, alinhamento, etc., pode prolongar sua vida útil.

Como saber quando meu pneu foi fabricado?
Data de fabricação e outras informações importantes sobre o pneu constam no chamado DOT. Composto por uma série de números e letras, com treze dígitos, ele é a “carteira de identidade do pneu”.

A fabricação do pneu consta no terceiro grupo de números do DOT, composto por quatro algarismos. Os dois primeiros informam a semana e os dois últimos o ano em que o pneu foi produzido.

Tamanho do pneu

O pneu também traz impressas outras informações importantes que o motorista deve observar na hora de trocá-los ao fim de sua vida útil. A primeira é a dimensão: os dados 185/55R16, por exemplo, significam, em ordem, a largura em milímetros, a altura em porcentagem e o diâmetro da roda em polegadas.

Capacidade de carga do pneu
Na sequência, está a descrição de serviço do pneu: 83V, indicando o índice de carga e o símbolo de velocidade. Na tabela de equivalência, esse conjunto de dados indica que ele é capaz de suportar até 487 kg a uma velocidade de 240 km/h.

Tipo do pneu
Estão ainda inseridas as indicações do tipo de construção do pneu: radial, tubeless (sem câmara) ou tube type (com câmara de ar).

Até o estepe

Pneus feitos há mais de uma década podem até aparentar estar em bom estado e com pouco desgaste, mas sua estrutura já está comprometida. A regra vale até para os estepes.

Embora nunca tenham rodado na estrada, eles foram submetidos à ação do tempo e da temperatura, os quais podem alterar suas características.

Além disso, se os fabricantes de pneus estabelecessem um prazo de validade definido, isso poderia dar ao usuário uma falsa sensação de segurança ao usar pneus que ainda não tenham atingido esse prazo.

Kit Relação? O que é? Qual momento certo devo trocar?

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Quem tem e ama a sua moto, sabe o quão importante é estar de olho nas revisões e manutenções, não é mesmo? Entre as peças fundamentais e que precisam de acompanhamento frequente está o kit relação.

A durabilidade do kit relação, também conhecido como transmissão secundária, não depende somente da marca das peças principais, mas também de uma boa manutenção, principalmente cuidar da limpeza, lubrificação e ajustes necessários com o tempo de uso.

Como especialistas no assunto e sempre trazendo dicas úteis aos profissionais mecânicos e proprietários dos veículos, preparamos este post com conselhos importantes de como identificar e trocar o kit relação de sua moto. Vamos conferir?

O que indica a hora de trocar o kit relação?

O kit relação da moto é formado pela coroa, corrente e pinhão, que precisam estar em dia para garantirem uma pilotagem sem surpresas. No entanto, como o tempo de uso e outros fatores adversos, esse conjunto de peças tende a desgastar e é preciso estar atento para saber a hora de trocá-lo.

A vida útil do kit relação de uma moto varia de acordo com diferentes fatores, como o estilo de pilotagem, a qualidade das peças, os problemas em outros componentes (como o câmbio, o quadro, a balança e a roda traseira), os cuidados com a limpeza e a lubrificação, manter a regulagem correta e até a região onde trafega a moto, entre outros fatores.

Para ajudar a identificar a hora certa de trocar o kit relação, fique de olho nesses primeiros sinais de problemas:

  • desgastes nos dentes do pinhão e da coroa,
  • corrente muito frouxa ou escapando,
  • ruídos ou trancos durante o funcionamento.

Como aumentar a vida útil do kit relação?

Apesar de o desgaste das peças ser muito variável, certos cuidados podem aumentar a vida útil do conjunto. Além de garantir mais segurança na pilotagem e melhor desempenho na pista, essas práticas ajudam a economizar com as manutenções corretivas:

  • fazer a limpeza periódica do conjunto,
  • ajustar a tensão de corrente,
  • manter a lubrificação em dia e usar a graxa certa,
  • respeitar os limites da moto e conduzir sem forçar o kit relação,
  • instalar peças de qualidade e de marcas reconhecidas.

Para facilitar esse trabalho, hoje existem produtos especiais (com sprays e escova) que fazem a limpeza e a lubrificação do kit relação em minutos. Também é interessante pedir uma “aula particular” para o seu mecânico sobre como conferir e ajustar a tensão da corrente.

Como fazer a troca do kit relação da moto?

Assim que identificar a necessidade de trocar o kit relação, visite a sua oficina de confiança e realize o serviço com qualidade, sem esperar aumentar o desgaste. Com esse cuidado preventivo você nunca ficará pelo caminho com a moto quebrada e também evitará que outros componentes acabem danificados.

Como especialistas no assunto, preparamos um vídeo completo com informações úteis sobre as peças que formam o kit relação, assim como o procedimento correto para troca do conjunto. Veja só!

Essas foram algumas dicas fundamentais sobre o kit relação da moto. Curtiu? Quer ficar por dentro de outras dicas e cuidar ainda mais do seu veículo? Então, siga as redes sociais da Auto Hamamura!

 

Como fazer o Rodízio de Pneus e qual é seu real propósito?

By | Dicas

Você sabe como fazer o rodízio de pneus corretamente? Apesar de não ser unanimidade entre todos os especialistas, essa técnica traz inúmeras vantagens. Porém, para que isso aconteça, é preciso ter atenção a uma série de detalhes e realizar outros procedimentos para garantir o máximo desempenho.

Quer saber como fazer o rodízio de pneus corretamente e deixar o seu carro em perfeito estado? Então, continue a leitura e não perca!

O que é o rodízio de pneus e qual o seu objetivo?

O rodízio de pneus é uma técnica antiga que tem como objetivo principalmente prolongar a vida útil do componente. O procedimento é bem simples: fazer a troca periódica da posição do conjunto, ou seja, mudar as rodas de lugar. Após muitos estudos, percebeu-se que o desgaste da borracha era diferente entre a traseira e dianteira do veículo.

Isso se deve, principalmente, ao fato de a tração estar na frente ou na traseira. Os pesquisadores notaram que o pneu que recebia a potência do motor acabava se desgastando mais rapidamente. Como resolver isso? Usando a técnica do rodízio de pneus.

Por que essa é uma prática importante e quando ela não é a melhor opção?

Mas afinal, qual é o problema de os pneus dianteiros ou traseiros se desgastarem de forma diferente? Quando o desgaste é pequeno, não existe basicamente nenhum, mas quando ele aumenta, o carro pode sofrer com um desequilíbrio e ter a sua condução mais complicada.

Além disso, se o pneu se desgastar demais, você vai precisar fazer a troca antes do previsto — nada bom para o seu orçamento, não é mesmo? Fazendo o rodízio, os componentes sofrem menos, o que tende a aumentar consideravelmente a sua vida útil. Além disso, essa prática garante um rodar mais suave e mais estabilidade ao dirigir.

O que fazer antes e depois do rodízio de pneu?

Para que todo esse benefício seja obtido, é preciso observar alguns detalhes e realizar alguns procedimentos antes e depois do rodízio de pneus. Lembre-se de que um carro é um conjunto de sistemas e um afeta o desempenho do outro. Vamos ver o que fazer para ter o melhor resultado?

Revisão dos pneus e rodas

Primeiramente, é fundamental que se faça uma vistoria mais completa nos pneus e nas rodas. Aliás, essa é uma etapa muito importante da manutenção preventiva. Amassados, deformações e bolhas internas podem comprometer os resultados.

Isso é importante porque uma roda amassada devido a uma queda em um buraco ou um pneu deformado podem causar sérios problemas. Em muitos casos, o motivo desse defeito tende a estar relacionado com a suspensão e, ao colocar um componente bom sem arrumar a falha, ele também pode se desgastar prematuramente ou ser danificado.

Revisão da suspensão

De que adianta saber fazer o rodízio de pneus corretamente se um problema na suspensão pode colocar tudo a perder? Por isso, antes de qualquer coisa, é fundamental fazer uma boa revisão e verificar se não existem componentes que podem acelerar o desgaste.

Fazer o teste dos amortecedores, por exemplo, é fundamental. Quando está com defeito, esse componente influencia bastante o desempenho e o desgaste dos pneus. Mas não são somente eles: buchas problemáticas e terminais com folgas também podem causar o mesmo sintoma.

Alinhamento e balanceamento

Esse é um detalhe que muitos donos de automóveis tendem a esquecer, o que acaba comprometendo o resultado do rodízio. Sempre que uma roda ou pneu do carro for mudado de lugar, é fundamental que se faça o alinhamento e balanceamento — afinal, pequenas diferenças podem causar grandes problemas.

Os diversos componentes de um carro tendem a se desgastar de forma diferente — como os pneus —, ainda que visualmente eles estejam idênticos. Essas pequenas diferenças precisam ser corrigidas no alinhamento e balanceamento das rodas, evitando problemas futuros.

Como fazer adequadamente o rodízio aplicando as melhores práticas?

Bom, agora que você já sabe o que fazer antes e depois do rodízio de pneus para conseguir resultados mais eficientes, vamos às melhores práticas para realizar tudo da forma correta. Existem algumas diferenças de procedimento, que mudam de acordo com o tipo de carro e até mesmo de pneu. Por isso, é fundamental saber escolher o componente certo.

Pneu convencional ou assimétrico

O tipo de pneu mais comum encontrado é o convencional ou assimétrico — ou seja, ele funciona bem em qualquer lado do carro, podendo ser instalado na direita ou esquerda sem problemas. Nesse caso, o rodízio para veículos com tração dianteira e traseira é o mesmo.

A troca é feita de um jeito que costumamos chamar de “X”. Calma, você já vai entender! Coloque a roda dianteira direita na traseira esquerda e a traseira direita na dianteira esquerda. Viu como forma um “X”? Fazendo isso, você garante um rodar suave do carro.

Pneu unidirecional

Contudo, nem todos os pneus são assimétricos e podem ser instalados em qualquer lado do carro. Os direcionais ou unidirecionais são específicos para a direita ou esquerda e trocar a posição prejudica a eficiência do componente, aumenta o seu desgaste e dificulta o escoamento da água.

Isso acontece por causa do desenho da banda de rodagem dos pneus. Porém, também é possível fazer o rodízio, mas o procedimento é um pouco diferente e até mais simples. Basta passar as rodas dianteiras para a traseira e vice e versa, sempre respeitando o lado correto. Pronto, tarefa feita!

Veículos 4×4

Nos veículos 4×4, o rodízio também deve ser feito em “X” ou mantendo o lado das rodas caso os pneus sejam direcionais. Contudo, esse tipo de veículo costuma ter uma peculiaridade em relação aos demais: nem sempre as rodas dianteiras e traseiras são do mesmo tamanho.

Nesse caso, os procedimentos básicos trariam mais problemas que soluções. Mas é possível fazer o rodízio: basta inverter as rodas de lado. Coloque a dianteira direita no lado esquerdo e a dianteira esquerda na direita. O mesmo princípio deve ser usado na traseira.

É possível fazer o rodízio de pneus em casa?

Eis uma dúvida que muitos motoristas têm: agora que já sei como fazer o rodízio de pneus, posso fazer em casa? Como você viu, vários procedimentos precisam ser feitos para conseguir o melhor resultado e somente um especialista terá os equipamentos e a experiência para tal.

Além disso, veículos esportivos costumam ter rodas de tamanhos diferentes e pneus unidirecionais, o que impossibilita o rodízio. É exatamente por esse motivo que montadoras como a BMW não recomendam a prática em seus carros. Por isso, sempre procure um especialista.

Viu como fazer rodízio de pneus é importante e o porquê de ser realizado por um especialista? Quer outra dica? Sempre faça esse procedimento entre 5 e 10 mil quilômetros rodados. Você vai ter um carro muito mais confortável e seguro, além, claro, de poupar um bom dinheiro evitando o desgaste prematuro do componente.

Você sabe como cuidar do motor do seu carro? Veja 5 dicas!

By | Dicas

Você que é apaixonado por carros já deve ter ouvido falar de Irvin Gordon, certo? Se ainda não sabe, o Volvo 1800S dele já tem mais de 3039122 milhas rodadas. Isso equivale a quase 5 milhões de quilômetros e a 120 voltas ao redor do nosso planeta. Como ele conseguiu? A resposta é simples: realizando as revisões em dia e cuidando do motor do carro.

Mas, muitas vezes, essa revisão é adiada ou deixada de lado. Em outros casos, o(a) proprietário(a) do automóvel tem pouco acesso a dicas sobre manutenção ou tem dificuldade em encontrar boas referências no assunto. Se estiver nessa situação, fique tranquilo! Temos o que você precisa. Neste artigo, você verá como cuidar do motor do carro de forma econômica e eficiente. Confira as dicas abaixo.

1. Troque o óleo?

Muitos dos componentes do motor trabalham em contato uns com os outros em velocidade elevada. Isso gera intenso atrito e calor. O lubrificante é essencial para reduzir o impacto desse atrito na vida útil da máquina. Além disso, uma lubrificação deficiente reduz o desempenho do veículo.

E por que o óleo precisa ser substituído? Porque, com o tempo, ele acumula certos resíduos que atrapalham sua eficiência. Fazendo a troca nos intervalos recomendados pelo fabricante, é possível reduzir (e muito!) os seus gastos com o reparo de peças.

?2. Evite acelerações bruscas?

Elas aumentam o consumo de combustível, elevam as chances de ocorrer acidentes no trânsito e desgastam os mecanismos internos. Toda máquina tem limites (assim como você e eu) e quando ela trabalha acima da sua capacidade, a vida útil diminui.

Use bem o conta-giros do carro. É uma boa ferramenta para ajudá-lo a controlar mais o pé. Na hora da troca de marchas, acelere o suficiente para atingir a velocidade adequada que, geralmente, vem especificada no manual do automóvel.

3. Faça a manutenção preventiva

Calma! Explicaremos. Esse tipo de manutenção envolve fazer a troca de peças de determinado sistema em intervalos pré-determinados. Você, com certeza, já viu a frase: troque com X km rodados ou Y meses, o que ocorrer primeiro. Seguir essa recomendação é bem melhor do que substituir o componente apenas quando esse apresenta alguma falha (manutenção corretiva).

Ao trocar a peça antes de surgir o defeito, pode-se ter a impressão de que o custo financeiro é maior, mas não é verdade. Trocar após o defeito, geralmente, é mais dispendioso, por isso, os fabricantes estipulam o prazo para a substituição dos componentes no manual do veículo.

4. Use combustível de alto nível

Se usar combustível de baixa qualidade, talvez seu carro não sinta os efeitos imediatamente, contudo posteriormente sentirá. Filtro e bomba de combustível, velas e bicos injetores; apenas para mencionar algumas avarias que podem surgir. Então vale a pena pagar um pouco a mais por produtos que aumentarão o desempenho e cuidar do motor do automóvel.

5. Não ignore ruídos estranhos

?Parece simples, no entanto, é bem mais fácil deixar para depois. E isso pode custar caro. Quando uma peça apresenta ruído, significa que seu funcionamento não está adequado. Pode ser algum defeito ou simples desajuste. Esse componente irregular pode comprometer o desempenho de outras peças também.

“Quanto mais esperar, maior será o potencial de danos”, disse Irvin Gordon. Quando o assunto é conservar o motor do carro, ele sabe o que diz, você não concorda?

Quantos quilômetros seu carro conseguirá rodar? A resposta depende de você. E depois deste artigo, temos certeza de que você saberá como cuidar do motor do carro como nunca antes. Gostou das dicas? Assine nossa newsletter para receber ainda mais.