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abril 2020

USA O CARRO PARA TRABALHAR? DICAS (NÃO ÓBVIAS) PARA ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL

By | Dicas

Dirigir de forma eficiente envolve táticas simples e ainda reduz gastos com manutenção

As fábricas gastam bilhões de dólares anualmente para desenvolver carros e motores cada vez mais econônicos. Mas há atitudes simples que ajudam você a visitar menos o posto de combustível e, de quebra, fazer seu carro durar mais.

As atitudes de fazer um veículo rodar o máximo possível com o que tem no tanque ganhou até nome: hypermiling, ou “ultraquilometragem”, em uma tradução aproximada.

Essa tendência aumentou com a maior preocupação ambiental de motoristas e também com a popularização dos carros elétricos. Ainda que as baterias estejam evoluindo, a autonomia geralmente menor desse tipo de modelo favorece atitudes que evitam desperdício de energia.

E se você é da turma do pé direito pesado, não precisa fechar a matéria. Afinal, economizar combustível não tem a ver só com andar (um pouco) mais devagar. Na verdade, às vezes você pode até ser mais rápido que outros motoristas. Veja as principais dicas para poupar mais a seguir:

Não dirija olhando para o capô.

Essa dica vai além da economia e inclui também a segurança. Ao ver mais à frente para onde o carro está indo, você pode evitar acidentes ou perceber com antecedência que um veículo em sua faixa parou ou o semáforo acabou de fechar.

Isso lhe dará tempo para que você escolha uma faixa livre ou reduza a velocidade de forma gradual, reduzindo o tempo que for ficar parado no semáforo e, de quebra, diminuindo o risco de assaltos.

Ponto morto, só para o computador.

Muitos modelos modernos possuem o recurso de coasting, quando o câmbio se desacopla do motor para aproveitar a energia cinética do carro. No caso do híbrido parcial Mercedes C200 EQ Boost, o motor até se desliga nessa situação.

Agora, a não ser que seu carro seja um desses modelos, nunca coloque o câmbio em ponto-morto em descidas ou qualquer outra situação. Todos os automóveis modernos usam injeção eletrônica, que corta o envio de combustível ao motor quando o acelerador é aliviado.

Questão de pressão.

Uma pesquisa da Pirelli revelou que, em média, 80% dos carros rodam por aí com os pneus descalibrados. Além do impacto na dinâmica (com piora no conforto, ruído e até frenagens), rodar abaixo da pressão mínima indicada pela fabricante aumenta o consumo de combustível.

Uma diferença de 20% na calibragem pode aumentar o gasto de combustível em mais de 10%. Pode parecer pouco, mas a diferença acumulada ao longo de um ano pode ser suficiente para comprar um pneu novo. Aliás, usar a pressão correta também aumenta a durabilidade dos pneus.

Os sistemas de alerta ou monitoramento de pressão ajudam o motorista a evitar isso, mas eles só cumprem sua função se forem devidamente ajustados. E nunca é demais reforçar: a calibragem só deve ser feita com os pneus frios, logo que você sair com o carro de casa.

Ar-condicionado ou vidro aberto?

Ter uma cabine refrigerada sempre vai implicar em maior gasto com combustível (e uma leve piora de desempenho, em modelos de baixa potência). Mas há uma situação em que ligar o ar-condicionado pode ser mais eficiente.

Isso ocorre especificamente em viagens onde você irá rodar a 100 km/h ou mais de forma constante. Em altas velocidades abrir as janelas faz com que a resistência aerodinâmica do carro piore drasticamente, sendo mais eficiente usar o ar-condicionado.

E, se seu modelo tiver o controle automático de temperatura, procure selecionar um valor entre 22ºC e 24ºC e acione o modo “Auto”. Isso fará com que o equipamento se ajuste conforme a cabine for resfriando e pode melhorar o consumo de combustível ao reduzir a demanda do compressor do ar-condicionado.

Porta-malas, não armário.

Cada grama que o veículo carrega resulta em mais combustível gasto e menos desempenho. Por isso de nada dianta comprar um modelo projetado para ser o mais leve possível, mas deixar um monte de tralha no porta-malas ou cabine.

Mantenha no carro apenas o essencial e lembre-se: automóvel vazio é sinônimo de bolso cheio. Além de gastar menos, componentes como freios, pneus e suspensão irão durar mais.

Não esquente a cabeça (e nem o motor).

Os mais velhos certamente vão lembrar da rotina de ligar o carro antes do café da manhã para que o motor já estivesse na temperatura adequada quando você for sair.

Além de desnecessário e gastar um combustível precioso, essa atitude é perigosa. Muitas garagens não possuem a ventilação adequada e o acúmulo de monóxido de carbono produzido pelo carro pode ser fatal.

Por isso, no começo do dia, não tenha receio de sair com o carro logo após a partida. Vale apenas acelerar com moderação e evitar altas rotações enquanto o motor não chegar à temperatura ideal de trabalho — algo que não leva mais de dez minutos nos modelos novos.

Otimize o trajeto.

Normalmente aplicativos como o Google Maps ou Waze procuram indicar o caminho mais rápido entre os dois pontos. Mas isso não significa que a rota seja a mais adequada do ponto de vista energético.

Uma via expressa sem semáforos, por exemplo, permite poupar mais combustível do que uma avenida com muitos cruzamentos, com inevitáveis paradas.

Para quem conta cada mililitro de combustível gasto, até a topografia conta. Pode valer fazer um caminho mais longo do que subir uma grande ladeira, por exemplo. Sem falar no horário: evitar o trânsito do início e fim do dia vai reduzir o tempo preso em engarrafamentos e, claro, no combustível perdido no anda-e-para.

Sem economia na oficina.

Aquele gasto extra na hora de levar o carro no conserto vai garantir economia constante. Trocar o óleo no período correto e sempre substituir os filtros de ar, óleo e combustível vão permitir que o motor trabalhe sempre na máxima eficiência prevista pela fábrica.

Não vale apelar para produtos milagrosos vendidos na internet que prometem reduções exponenciais no consumo. Além de nunca cumprirem com o prometido, eles podem, ao invés disso, até piorarem a eficiência do motor.

8 cuidados essenciais com os freios.

By | Dicas

A obrigatoriedade do ABS ainda não acabou com a presença de outros tipos de freios nos veículos que circulam pelas ruas brasileiras. E todos eles precisam de manutenção para garantir seu bom funcionamento.

Ainda é grande o número de veículos sem freios ABS em circulação por todo o país. Isso acontece porque a obrigatoriedade do sistema é recente.

É de 2011 a resolução do CONTRAN que determinou que os veículos fabricados a partir de 2014 devem possuir o sistema de freios ABS. A determinação vale para todos os veículos, inclusive os importados.

Motos com menos de 300 cc podem ser equipadas com freios ABS ou CBS, que distribui a frenagem proporcionalmente nas duas rodas. Para motos com mais de 300 cc é obrigatório o ABS.

Obviamente, a maioria dos veículos fabricados antes de 2014 ainda não contam com este tipo de freio. Eles ainda contam com freios a tambor e freios a disco.

Como utilizar corretamente os freios de seu carro

Qualquer que seja o tipo, para que os freios dos veículos apresentem bom funcionamento é preciso tomar os seguintes cuidados:

  1. Freie suavemente. Isso evita desgaste precoce e empenamento;
  2. Não freie nas curvas. O ideal para não perder o controle do veículo é reduzir a velocidade antes de entrar na curva.
  3. Use freio motor. O uso do freio motor em declives evita superaquecimento e ajuda a economizar combustível.
  4. Não use o freio com o motor desligado. Com o motor desligado, a câmara de vácuo não funciona.
  5. Fique atento aos desgastes. Sinais sonoros (barulho estridente) e visuais (indicações no painel) podem auxiliar o condutor a detectar desgastes das pastilhas.
  6. Verifique os fluidos de freio. Esse componente é essencial para o funcionamento do sistema e deve ser substituído conforme orientação do manual do veículo.
  7. Faça a manutenção. Respeite os prazos, observando o tempo médio de duração dos componentes para realizar substituições.
  8. Procure a Auto Hamamura. Só a manutenção profissional e a utilização de peças de qualidade podem garantir sua segurança ao trafegar.

Freio ABS

O freio ABS (Anti-lock Braking System) é a mais avançada tecnologia de travamento de rodas utilizada comercialmente. Ela evita o bloqueio das rodas se o pedal for acionado com força.

O sistema foi projetado para evitar derrapagens. Para isso, conta com válvulas, sensores de velocidade e bomba.

É tudo integrado a uma unidade de controle, que modula a rotação das rodas individualmente. Assim, a frenagem é feita de forma automática, controlada e harmonizada.

O sistema eletrônico passou a ser obrigatório devido à alta frequência de acidentes causados por derrapagens e perda de aderência ao solo.

Freio a disco

De funcionamento similar ao freio a tambor, o freio a disco se diferencia, como o próprio nome diz, pela presença de um disco no sistema.

A peça tem o objetivo de aumentar a eficiência nas frenagens por meio da transformação da energia cinética (movimento do carro) em calor (esquentando o disco através do atrito).

Freio a tambor

o Freio a tambor é caracterizado por um sistema hidráulico de funcionamento. Bastante antigo, ele é acionado através de um fluido, transmitido do pedal às rodas.

A parada ou redução de velocidade é controlada pela pressão exercida pelo condutor no pedal.

O nome vem do fato de que um tambor de ferro é utilizado no sistema.

Evite riscos à sua segurança

Agora você já sabe tudo o que precisa sobre freios. Também sabe que o freio ABS é o mais seguro, mas tanto o freio a disco quanto o freio a tambor também são seguros se submetidos a uma correta manutenção.

Falhas no sistema de freios estão entre as maiores causas de acidentes, e também são responsáveis pelos acidentes mais graves devido à velocidade de impacto.

Mas não precisa ter medo! Conte sempre com os serviços da Auto Hamamura para fazer suas revisões frequentes, providenciar a manutenção quando necessário e seguir as dicas apresentadas neste artigo para aumentar a vida útil e diminuir as chances de falhas em seu sistema de freios.

E para mais dicas continue acessando nosso blog! Que tal começar por aqui?

Como ler as medidas do pneu? Aprenda como saber o tamanho do pneu!

By | Dicas

Você sabe como ler as medidas de um pneu? Ler a medida é algo simples, mas poucos sabem como ver o tamanho do pneu. Aprenda aqui!

Ler a marcação com a medida do pneu é algo bem simples, mas poucas pessoas sabem responder rapidamente a essa questão e saber o tamanho do pneu.

Além disso, é importante não confundir a medida do pneu com as informações que estão na etiqueta do pneu (Inmetro).

Confira abaixo como ler as medidas de um pneu.

Entenda melhor como ler as medidas dos pneus

Para ler a medida do pneu você precisa olhar para a lateral dele. Os pneus possuem do lado uma espécie de “documento de identidade”.

Olhe a imagem abaixo e veja um exemplo:

O que significa cada número dos pneus

Como na imagem acima, vamos usar o 205/55R16 como exemplo, levando em consideração as informações imprescindíveis para determinar qual é o modelo de pneu do veículo:

205 – Largura do pneu em milímetros. Neste caso, este pneu tem a largura de 205 mm, ou 20 centímetros e meio.

55 – Perfil. Ele é o percentual da largura do pneu. Neste exemplo, a medida 55 representa 55% da largura do pneu.

R – Tipo de construção do pneu. Neste caso, o “R” significa radial.

16 – Diâmetro interno do pneu em polegadas (= diâmetro do aro). Neste exemplo, são 16 polegadas, que convertendo significa 40,64 cm.

Índices de carga do pneu

Além das letras e números do pneu acima, existem outros índices para identificar as características do produto.

Um deles é o índice de carga. Ele indica a carga máxima que o pneu pode suportar dentro das questões de segurança. Os números variam e é necessário consultar uma tabela de correspondências para determinar a carga em kg para cada índice.

Índice de velocidade do pneu

O outro índice é o de velocidade. Ele indica a velocidade máxima de certificação do pneu para poder suportar uma carga com toda a segurança.

Os índices de velocidade vão de A (a mais baixa) a Y (a mais alta) com uma exceção: O H situado entre o U e o V. Tal como para o índice de carga, cada letra corresponde ao equivalente em km/h:

G: 90 km/h

J: 100 km/h

K: 110 km/h

L: 120 km/h

M: 130 km/h

N: 140 km/h

P: 150 km/h

Q: 160 km/h

R: 170 km/h

S: 180 km/h

T : 190 km/h

U: 200 km/h

H: 210 km/h

V: 240 km/h

*ZR : > 240 km/h

W: 270 km/h

Y: 300 km/h

*ZR significa que o pneu suporta uma velocidade superior à 240 km/h. A anotação ZR agrupa os índices de velocidade V (240 km/h>), W (270 km/h>) e Y (300 km/h>).

**Atenção: O índice de velocidade é um indicativo associado às capacidades dos pneus; em caso algum autoriza o condutor a conduzir além dos limites legais de velocidade.

E agora, já sabe como ler a medida de um pneu? Conte sempre com a Auto Hamamura para cuidar bem do seu carro!

O que são aditivos? Quais os tipos? Qual sua funcionalidade no Motor?

By | Dicas

Para garantir mais vida útil ao motor do seu veículo, alguns cuidados são necessários. Um deles é  o uso de um óleo lubrificante de qualidade e de acordo com as especificações indicadas pelas montadora. Os óleos Lubrificantes são uma mistura entre óleo básico e aditivos. Estes últimos são os responsáveis por determinar as características e particularidades do uso do produto.

O que são os aditivos? 

Os aditivos para lubrificantes são substâncias químicas adicionadas a óleos básicos que intensificam suas características, minimizando propriedades indesejáveis e evitando possíveis danos ao motor. Mesmo quando usados em pequenas quantidades, esses aditivos transformam as propriedades dos lubrificantes.

De acordo com sua ação, os aditivos são separados desta forma:

Detergentes: esses tipos de aditivos são destinados à lubrificação de motores. Eles evitam a formação de resíduos de carbono que podem existir durante a combustão. Por isso muito conhecido como aditivo que mantém a limpeza do motor.

Antioxidantes: são os principais utilizados na categoria de lubrificantes para motores e máquinas. Como o próprio nome diz, os aditivos antioxidantes evitam as reações de oxidação, por estarem mais próximos do oxigênio, não permitindo a oxidação e a degradação do lubrificante enquanto existir o aditivo.

Anticorrosivos: sua função principal é proteger o metal da corrosão. Existem dois tipos de aditivos anticorrosivos. Um protege o metal da umidade atmosférica, e o outro tem o papel de proteger as partes metálicas de substâncias ácidas que podem atacar a superfície. Há duas fases quando falamos de anticorrosivos. Prevenir o contato do corrosivo com o metal, formando uma fina película protetora, e em segundo remover os agentes de corrosão que estão internamente presentes na peça.

Antiespumantes: esses aditivos visam impedir a formação de espuma, melhorando a resistência ao desenvolvimento da mesma.

Quando o óleo é agitado, de forma muito rápida e inesperada, há possibilidade de formação de pequenas bolhas que resultarão em espumas. Esse aditivo desmancha as bolhas no mesmo momento que elas chegam à superfície do óleo. A formação de espuma acelera o processo de oxidação do lubrificante, retém mais calor e pode gerar problemas de aeração e cavitação no sistema.

Extrema pressão: esses aditivos são utilizados, geralmente, em lubrificantes de transmissão. Quando a pressão exercida sobre o óleo ultrapassa o normal, esse aditivo impede que a película formada pelo óleo se desgaste e chegue ao metal, podendo resultar em microsoldas.

Aditivos melhoradores de índice de viscosidade: os óleos lubrificantes podem sofrer alteração em sua composição, conforme a temperatura em que são expostos. Esse aditivo pode aumentar a viscosidade de qualquer óleo básico, pela ruptura e inchamento das moléculas de hidrocarboneto presentes na composição. Quanto maior a temperatura, maior a viscosidade, compensando a variação da viscosidade em função da temperatura do óleo básico.

Dicas para o carro que roda só no fim de semana.

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Tem carro com seguro mas só roda no fim de semana? Seja novo, seminovo ou usado, seu veículo precisa da mesma manutenção feita em outros que rodam diariamente. A falta de rodagem também pode levar aos mesmos problemas mecânicos e elétricos dos carros do dia-a-dia.

O primeiro problema pode ser identificado logo ao dar a partida. O motor que fica desligado por muito tempo pode ter seus componentes ressecados e isso dificulta o seu acionamento. Separamos neste post algumas dicas para você que só roda nos fins de semana para o lazer ou para as compras.

1 – Ligue o carro uma vez na semana

Dar a partida no veículo, ao menos uma vez durante a semana, auxilia na lubrificação do motor e mantém o funcionamento correto da bateria, evitando o seu arreio. Deixe o carro ligado por, pelo menos, 10 minutos, tempo suficiente para evitar quaisquer danos relativos a lubrificação e a bateria.

2 – Verifique a calibragem dos pneus

Carro parado pode ter seus pneus esvaziados mais facilmente. Ao sair, vá ao posto mais próximo e verifique a calibragem das quatro rodas e também do estepe. Lembre-se de que a calibragem correta dos pneus previne desgastes maiores, faz com que o veículo rode dentro dos padrões de fábrica e evita o consumo excessivo de combustível.

3 – Verifique o escapamento

Em carros que são usados com menor intensidade, a água presente nos combustíveis deposita-se no sistema de escape. Dessa forma, o abafador pode se corroer e abrir um buraco no escapamento. Caso ocorra algum dano relacionado, peça o auxílio do seu mecânico de confiança.

4 – Luzes no painel

Ao ligar o veículo, verifique se há alguma luz do painel diferente da convencional. Se sim, é o alerta de que algo está fora do padrão e pode colocar em risco o funcionamento do carro.

5 – Lave-o quinzenalmente

A poeira pode provocar riscos na pintura e levar até o ressecamento. Usar uma capa também pode ser uma ótima solução.

6 – Faça revisões periódicas

O recomendável é que a revisão seja feita a cada seis meses ou a cada 10 mil quilômetros rodados, dependendo da rodagem do veículo. O prazo exato consta no manual do proprietário do veículo, que pode variar de acordo com o modelo em questão.

7 – Verifique o nível da água e do óleo

É importante checar periodicamente o nível da água no radiador, para evitar o superaquecimento do veículo, principalmente se o seu carro não roda muito. O líquido deve ser adicionado ao sistema de arrefecimento somente com o veículo ligado, uma vez que o seu volume se expande com a atividade do motor.

O nível do lubrificante também deve ser verificado, para garantir que não haverá nada fora do padrão estabelecido pelo fabricante para o bom funcionamento do seu carro.

 

Conte sempre com a auto Hamamura para fazer a revisão do seu carro e garantir bons momentos com sua família.